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Sugestão muito eficaz
#21
Como disse antes, a ideia que propus não é minha. Já vi ser utlizada, já participei e resulta mesmo.
A tua ideia Luís não é viavel pelo simples facto dos acidentes. Os acidentes acontecem em situações de corrida. Ás vezes por culpa de um outras por culpa doutro outros por culpa dos dois ou tres ou n pilotos.
Se vais avaliar o pessoal numa corrida lembra-te que há acidentes e há pilotos que são iliminados injustamente... Seria muito frustante um dado piloto que treinou e preparou-se ser eliminado por outro que até se poderia qualificar.

A vantagem de ir atrás na organização de uma liga é poder analisar o que resultou noutras ligas, que já fizeram algo do tipo á muito tempo. Como disse, a ideia que propus resulta. E não eram 50 pilotos...eram centenas! Com 1 único juiz.

:bye:
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#22
Li com interesse todas as sugestoes e opinioes.

Vou dar um exemplo, que acho ser do melhor.
Temos no campeonato dois pilotos a correr com o F550: Joao Vaz e Mario Esteves.

Se for analisar o comportamento em pista ambos tem um bom comportamento. Nao atrapalham (a ultrapassar e/ou a ser ultrapassado), sao correctos (o Joao evoluiu bastante desde Monza).
Mas, se formos analisar os tempos, o Mario perde mais q o desvio padrao indicado pelo Luis.
Isto seria razao para poderar a participaçao do Mario? Nunca!

Todos os pilotos que neste momento correm no campeonato tem o direito se pretenderem, a continuar no prox sem qq tipo de teste.

Ja os novos pilotos que pretendam ingressar, mesmo os verdinhos (aliens), terão de realizar 1 ou 2 provas de teste em que seriam incluidos pilotos de gt e ngt. A prova seria analizada em termos de performance, mas acima de tudo de comportamento, e para isso, 1 ou 2 juizes iriam acompanhar a corrida do ou dos novos pilotos em tempo real.

Isto serviria para saber das capacidades como piloto, bem como das capacidades de leitura (as regras sao muito importantes).
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#23
Reparem que o tempo médio da prova é resultado da tempo médio por volta de cada piloto. Ou seja, a média de cada piloto já considera as voltas “estragadas”, logo o tempo médio da prova, ou tempo padrão, também entra em linha de conta com os acidentes.
Quanto pior a média de cada piloto, pior será o tempo padrão.
Também o tempo de referência (tempo padrão + x%) acaba por ser influenciado por voltas más.

Quanto a acidentes que provoquem a desistência do piloto, danificação do carro, atolanços, ou outras situações idênticas que promovem grandes perdas de tempo (e consequente efeito no tempo médio do piloto) também pode ser solucionado de forma eficaz.
Estabelecendo qual a tolerância máxima admitida para cada volta em relação ao tempo de referência temos evidenciadas as voltas a necessitar de análise.

Supondo que a tolerância máxima que uma determinada volta pode ter, relativamente ao tempo de referência, seja de y% desse tempo, teremos que todas as voltas que tenham uma duração igual ou superior a y%xtempo de referência, seriam analisadas em replay.
Isto significa que nem sequer é preciso estar presente um juiz durante a prova.

Supondo que a tolerância é de 5% do tempo de referência (5%x1:34.500), pegando nos valores que já tinha utilizado, teríamos que qualquer volta realizada por um piloto que dure pelo menos 1:38.725 será sujeita a análise.
Convenhamos que, neste exemplo, estamos a ver voltas com uma diferença significativa para o tempo padrão (1:30.000), e que esse tempo padrão foi também ele influenciado por essas má voltas.
O mesmo seria efectuado para a volta em que algum piloto desistisse. A última volta realizada seria visualizada por forma a verificar o que teria originado a desistência.

Assim é precavido a situação de desistência ou perdas significativas de tempo motivado por erros de pilotos que não o próprio.

Acho este sistema fácil de implementar e fácil de visualizar. Isto porque para visualizar essas voltas basta verificar qual o tempo total decorrido de corrida nesse momento (que também se vê nos dados que se obtêm do Analyzer), ir ao replay e em segundos estamos nessa volta. O piloto que temos que seguir também sabemos qual é porque temos essa indicação nos tempos por volta de cada piloto.

Com este, em lugar de analisar o comportamento dos pilotos numa volta lançada, é analisado a performance global do piloto: rapidez, quer em corrida quer em qualificação, capacidade de se manter em pista , capacidade de lidar com tráfego em pista, capacidade de manter um ritmo consistente.
Quanto melhor a performance global, melhor será a sua média, melhor o tempo padrão, melhor o tempo de referência, maiores as possibilidade de ficar num lugar elegível, maiores as possibilidade de ser recrutado para participar no campeonato. E o mesmo para os pilotos do teste 1, mas aqui em termos de se manterem no campeonato, elevando o tempo de referência e exigindo maior performance aos candidatos a ingresso.
[Image: WebLogo.gif]
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#24
Mas la esta Luis, estamos apenas a olhar para numeros e graficos.
Nao nos mostra o comportamento do piloto com outros pilotos mais rapidos e mais lentos.
Temos sempre de analisar in loco o comportamento do piloto
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#25
Marco, compreendi o que dizes.
Mas deixa-me dizer-te que não vais conseguir averiguar o comportamento de um piloto numa única corrida de teste. O sistema para averiguar o comportamento dos pilotos teria que ser outro: - por ex: um sistema de penalizações já depois de estes terem sido aceites e atribuida a sua licença desportiva.

Repito:
A sugestão que dei, NÃO se destina a averiguar o comportamento do piloto em pista em relação aos outros! Não é para isto que essa ideia foi criada.
Ela APENAS se destina a filtrar de um modo geral os pilotos que ingressam no sentido de: os que sabem controlar o carro dos que não sabem controlar o carro. Pelo menos isto é contemplado no sistema, de um modo práctico e muito eficaz.
O tipo de acidentes futuros que este sistema contempla são: acidentes em que o piloto perde o controlo do carro por e simplesmente porque não sabe controla-lo minimamente; ou porque não sabe reagir com segurança a situações adversas....enfim, todos aqueles acidentes que implicam um conhecimento por parte do piloto em como controlar minimamente o carro.

Estamos a falar de coisas diferentes Marco:

A análise do comportamento dos pilotos é muitissimo mais extensa do que basear o teu juizo numa corrida só. Isso é inviável e injusto. Tu próprio o disseste quando referiste que o meu comportamente tem vindo a melhorar desde Monza! Ora isso são 4 corridas e mesmo assim deixa-me discordar porque não sinto que evoluí de forma alguma, a esse respeito sinto-me o mesmo.
É errático tirar conclusões de um campo de amostras tão reduzido.
Avaliar o comportamento dos pilotos, neste caso específico - o comportamento humano, é muito mais complexo do que avaliar a capacidade que um tem de controlar ou não o carro.

Como disse: estamos a falar de coisas diferentes. Ao adoptar um sistema como o que referi, tu vais apenas ter a certeza que os pilotos que entram conseguem controlar o seu próprio carro minimamente.
Eu lamento dizer que se quiserem um sistema que faça tudo (avaliar o controlo que este tem sobre o carro + avaliar o comportamento em pista) de uma forma eficaz, vão fracassar.
É mais simples isolar estes problemas e trata-los separadamente.
Sou da opinião que o controlo do carro é um teste mais importante que o do temperamento do piloto e este sim deve ser condição determinante em correr ou não. Neste momento até podemos ter pilotos que são temperamentais e não sabem controlar o carro! Ora imaginesse isto em pista.
Não seria mais facil ter a certeza que pelo menos o carro eles sabem controlar, e quanto ao temperamento as próprias regras da liga tratam disso (regras que até já existem!), por isso tens metade do trabalho.

Resumindo:
Para teste de controlo do carro temos um sistema que abre a porta ao individuo como piloto da liga.
Para teste de temperamento temos outro sistema, totalmente diferente mais voltado para as penalizações etc.

Não misturem as coisas!

Abraço.
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#26
Mas o interesse que um testes deste teria seria de aquilatar quer a capacidade do piloto em controlar o carro (qualificação) quer o comportamento (corrida).
È óbvio que um teste é isso mesmo, e não é mais que uma amostra num determinado tempo e lugar.
Quem é que não foi já submetido a testes, passou e depois veio a constatar, na prática que afinal, no dia-a-dia, não tem um desempenho tão bom como no teste? E o inverso também é verdade.
Os testes são sempre falíveis, quer por quem os faz quer por quem o analisa.

Fica aqui um exemplo prático de aplicação, com base nos dados obtidos no teste de 4ª Feira 14/12

Qualificação:
1----01:33,732-----Joao Vaz---------------GT
2----01:34,943-----[PT] Luis Branco-------GT
3----01:35,425-----Tiago Mendes----------GT
4----01:36,475-----Luis---------------------GT
5----01:36,725-----Ricardo-----------------GT
6----01:36,910-----Joaquim Abranches----GT
7----01:39,031-----[PT]JF-------------------GT
8----01:41,200-----Mario Gama------------NGT
9----01:42,820-----Banshee----------------NGT

Volta Padrão GT-------->01:36,177
Volta Padrão NGT------>01:42,010

Desvio=3%--------00:02,885----GT
Desvio=3%--------00:03,060----NGT

PILOTOS
Volta Referência GT------>01:39,063------piloto em RISCO
Volta Referência NGT----->01:45,070------piloto em RISCO

CANDIDATOS
Volta Referência GT------>01:37,620------piloto ELEGÍVEL
Volta Referência NGT---->01:43,540------piloto ELEGÍVEL


Corrida:
---------------Média------------------------------------Voltas------RISCO
1-----------01:36,519---[PT] Luis Branco-----GT------18
2-----------01:37,406---Tiago Mendes--------GT------15
3-----------01:39,401---Ricardo---------------GT------18
4-----------01:40,143---Joaquim Abranches--GT-------3
5-----------01:40,489---Luis--------------------GT-------8
6-----------01:42,291---[PT]JF------------------GT-----17
7-----------01:45,898---Mario Gama----------NGT-----17
8-----------01:54,771---Banshee--------------NGT-----16-----------X

Volta Padrão GT------->01:39,375
Volta Padrão NGT----->01:50,335

Desvio---3%----00:02,981---GT
Desvio---3%----00:03,310---NGT

PILOTOS
Volta Referência GT------>01:42,356---Lugar em RISCO
Volta Referência NGT---->01:53,645---Lugar em RISCO

Tolerância ---->2%----01:44,403-----GT------VER Replay
Tolerância ---->2%----01:55,918----NGT------VER Replay

CANDIDATOS
Volta Referência GT------>01:40,865----Piloto ELEGÍVEL
Volta Referência NGT ---->01:51,990----Piloto ELEGÍVEL


Exemplo de Voltas por Piloto

Tiago Mendes
Time-------Lap time
1-----------01:49,047
148,674---01:37,407
246,081---01:37,117
343,198---01:37,457
440,655---01:37,666
538,321---01:36,204
634,525---01:36,190
730,715---01:36,193
826,908---01:36,147
923,055---01:36,729
1019,784--01:36,715
1116,499--01:36,308
1212,807--01:36,688
1309,495--01:44,711---VER Replay
1414,206--01:37,954
1512,16----01:37,607

Banshee
Time-------Lap time
1-----------02:01,802
161,43-----01:45,769
267,199----01:48,429
375,628----01:57,713---VER Replay
493,341----01:44,498
597,838----01:43,995
701,833----01:44,137
805,969----01:43,884
909,853----01:46,215
1016,068---01:57,316---VER Replay
1133,384---01:51,402
1244,786---01:44,127
1348,913---01:54,395
1463,308---02:44,461---VER Replay
1627,769---02:02,342---VER Replay
1750,111---01:54,732
1864,843---02:12,927---VER Replay
[Image: WebLogo.gif]
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#27
vamos analisar um piloto so pelos tempos? sejam efectivos ou relativos?
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#28
Arrayvamos analisar um piloto so pelos tempos? sejam efectivos ou relativos?[/quote]

Parece-me não existir outra forma prática de o fazer.
Existindo uma base de dados com os tempos dos pilotos teremos a possibilidade de avaliar a sua performance.

Os tempos acabam por reflectir a forma como o piloto se comporta em pista. Quer pelos tempo que efectua quer pelos tempos que obriga outras a fazer (o que torna possível verificar o se comportamento).

No exemplo acima, as voltas que seriam sujeitas a visualização seriam aquelas cuja a duração é igual ou superior ao desvio aplicado ao tempo de referência. Ao vereficar-se essa volta no piloto que rodou acima desse tempo é fácil de verificar porque o fez.
Imagina que o piloto A fez uma volta com +10 seg que o tempo de referência, pelo que está acima da tolerância máxima permitida. Vamos então ver o replay dessa volta para averiguar o que sucedeu.
Hipótese 1
Verifica-se que o piloto A falhou uma travagem, perdeu o controlo e saiu fora de pista.
Nada a fazer, a volta está dada e conta para a média do piloto.

Hipótese 2
Verifica-se que o piloto B falhou uma travagem, foi bater no piloto A, que sai fora de pista e perde tempo.
Essa volta é retirada para efeitos de média do piloto A.
Ao piloto B adiciona-se o tempo dessa volta do piloto A para efeitos de média final.

Continuamos a ter uma análise de tempos, mas em que o comportamento ou erros de um piloto que interferem com os tempos de outro terão uma correspondência quantitativa e no ranking de ambos os pilotos.
Neste caso teríamos uma máxima: "bates no outro levas com o tempo dele"

Se os erros ou mau comportamento do piloto B colocar o piloto A fora de prova teríamos:
1. Piloto B desclassificado
2. Piloto A média das voltas efectuadas sem interferência

Não podemos andar aqui a complicar muito porque o queremos são provas, testes, e quanto mais simples e directos de avaliar melhor, quer para quem os faz quer para quer os avalia.
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Reply
#29
ultima pergunta

vamos impedir pilotos de competir?
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#30
Nós não.
Como disse a base de dados server para ser utilizada pelos chefes de equipa.
Esses é que decidem se querem dispensar ou contratar pilotos.
A organização só disponibiliza a informação.
A partir daí deixa de ser com os administradores.

A única exigência é que, dos pilotos da base de dados, apenas pilotos elegíveis podem ser contratados.
Os chefes de equipa serão sempre completamente autónomos nas suas escolhas e não são obrigados a recrutar da base de dados.

"A minha opinião predominante é que o campeonato seja o mais aberto possível mas que, em simultâneo, os pilotos sejam o mais nivelados que se conseguir."
[Image: WebLogo.gif]
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