20-08-2007, 11:25 PM
ArrayÉ inteiramente justo restituir o nome original de Ponte Salazar (agora 25 de Abril), quanto mais não seja, para servir de exemplo aos governantes de hoje da nação, visto que neste caso não houve derrapagem no orçamento. A obra foi concluída com 0.1% a menos do que o orçamentado inicialmente.[/quote]
Ora aí está! É justo restituir o nome original da Ponte Salazar... nem que seja para relembrar o tempo em que as obras públicas eram de confiança e não sorviam o nosso dinheiro. O governo "democrático", em vez de andar a acusar pessoas que não falam bem do governo e em vez de andar a ouvir os "bufos" da função pública, já podia era fazer manutenção à ponte.
Não vou dizer que o Estado Novo foi bom, porque como um todo, é impossível... teve coisas boas, e obviamente teve coisas más. Não enfrentámos a 2ª Guerra Mundial, mas depois não conseguimos crescer ao ritmo. O Plano Marshall também não nos pagou esse crescimento como fez ao resto da Europa (penso que Portugal recebeu uns milhoes, mas obviamente muito menos que os outros!)
António Guterres teve que sair para evitar o "pântano político". Barroso teve que sair para encher o bolso. Santana Lopes teve que sair quando o PS encontrou um líder "forte" para voltar ao poder... Estes ultimos 10 anos da política portuguesa envergonham-me como português, e o nosso grande problema é a MEMÓRIA.
Temos pouca memória, e isso implica muitas coisas. Implica enfrentar o Estado Novo como algo enigmático e incómodo, implica enfrentar o pós-25 de Abril como algo "mais ou menos, benéfico" (período 74-25 de Novembro de 75), implica enfrentar os ultimos 10 anos como "Democracia". Isso também implica que os partidos do poder (aka Bloco Central - PS/PSD "a sopa passada, sabe tudo igual") possam gozar conosco e fazer tudo o que querem: enriquecer, corromper e hipotecar o futuro dos nossos filhos. Este governo vai endireitar as finanças, acredito que sim, mas apenas o défice. Portugal fica pobre, porque não come "défice" ao almoço. Nas nossas escolas, a miséria mental prolifera, os professores são menosprezados e desmotivados, os alunos são mal ensinados, principalmente em casa. A futura mão-de-obra do nosso país será um conjunto de individuos acéfalos que pedirão uma fortuna para fazer um trabalho mal feito. Eu pertenço a essa faixa etária, e espero que o tempo não me deia razão.
Ditadura? NÃO. A actual democracia, TAMBÉM NÃO. Tudo começa pela educação (escola e casa). Se isso não existe, não teremos funcionários honestos e incorruptíveis, não teremos cidadãos capazes de saber em quem votam e exercer os seus direitos e deveres, não teremos políticos capazes e com amor à sua pátria.
P.S. Ainda estou a recuperar do choque de ver os idosos de Cabeceiras de Basto numa excursão à sede de campanha do PS das eleições de Lisboa... Vá lá que depois lá os levaram a Fátima...
Ora aí está! É justo restituir o nome original da Ponte Salazar... nem que seja para relembrar o tempo em que as obras públicas eram de confiança e não sorviam o nosso dinheiro. O governo "democrático", em vez de andar a acusar pessoas que não falam bem do governo e em vez de andar a ouvir os "bufos" da função pública, já podia era fazer manutenção à ponte.
Não vou dizer que o Estado Novo foi bom, porque como um todo, é impossível... teve coisas boas, e obviamente teve coisas más. Não enfrentámos a 2ª Guerra Mundial, mas depois não conseguimos crescer ao ritmo. O Plano Marshall também não nos pagou esse crescimento como fez ao resto da Europa (penso que Portugal recebeu uns milhoes, mas obviamente muito menos que os outros!)
António Guterres teve que sair para evitar o "pântano político". Barroso teve que sair para encher o bolso. Santana Lopes teve que sair quando o PS encontrou um líder "forte" para voltar ao poder... Estes ultimos 10 anos da política portuguesa envergonham-me como português, e o nosso grande problema é a MEMÓRIA.
Temos pouca memória, e isso implica muitas coisas. Implica enfrentar o Estado Novo como algo enigmático e incómodo, implica enfrentar o pós-25 de Abril como algo "mais ou menos, benéfico" (período 74-25 de Novembro de 75), implica enfrentar os ultimos 10 anos como "Democracia". Isso também implica que os partidos do poder (aka Bloco Central - PS/PSD "a sopa passada, sabe tudo igual") possam gozar conosco e fazer tudo o que querem: enriquecer, corromper e hipotecar o futuro dos nossos filhos. Este governo vai endireitar as finanças, acredito que sim, mas apenas o défice. Portugal fica pobre, porque não come "défice" ao almoço. Nas nossas escolas, a miséria mental prolifera, os professores são menosprezados e desmotivados, os alunos são mal ensinados, principalmente em casa. A futura mão-de-obra do nosso país será um conjunto de individuos acéfalos que pedirão uma fortuna para fazer um trabalho mal feito. Eu pertenço a essa faixa etária, e espero que o tempo não me deia razão.
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