03-08-2007, 07:17 PM
Arraytive a ler o que o Saramago escreveu...perdao, o Francisco :)
so vou salientar 2 pontos que acho importantes perceber.
a McLaren nao tem amadores na equipa (embora o gajo da informatica esteja la perto), logo não precisa de copiar nada. agora é obvio q basta uma leitura e analise atenta aos documentos de outro carros mais competitivo para solucionar problemas q tinha.
é exactamente o mesmo q faço qd ha algo q quero melhorar em codigo que esteja a fazer.
vou ao google, pesquiso e aplico o que vejo. nao tenho necessariamente de copiar, tanto que muitas vezes podia fazer pior.
o que interessa é q me auxiliei em algo exterior.
a dif é que os dados q consultei sao livres para consulta. no caso da McLaren, não sao.
isto para demonstrar q a treta do provar q usaram é atirar areia para os olhos.
q o Ron Dennis (e em parte a FIA) façam eu entendo, agora q tentem fazer aqui é perder tempo.
segundo, a informaçao é propriedade da empresa
tudo o que eu crio aqui é propriedade da empresa e não minha.
muitas vezes o produto criado é o conjunto de esforço de varios elementos de uma mesma equipa.
no final do dia cada um leva o seu bocado? nao faz sentido
o q um funcionario produz é da empresa pq ele produz PARA a empresa e nao para si, para q mais tarde possa andar a dar a concurrentes.
logo, se sai informaçao da empresa quem a retirou é culpado pq foi sem o concentimento da mesma, de igual modo que quem a recebe é culpado.
nas palavras do Ron Dennis, a McLaren sabia da existencia dos documentos na posse de um seu funcionario. logo nesse momento devia ter suspenso o seu funcionario.
So o fez bastantes meses mais tarde qd os problemas começaram a surgir.
isto so nao é suspeito como é uma prova da intencionalidade do uso da documentaçao.
o guiao q o Ron Dennis enviou é apenas e tão só um tentar sacudir a agua do capote e fazer-se passar por pessoa seria.[/quote]
Bem, independentemente da minha concordância ou não com a noção de propriedade que enunciaste, é precisamente essa noção que está presente nas leis que citei e que, penso eu, não permitem acusar Coughlan. A divulgação das informações pode ser crime, mas a mera recepção, não. Por exemplo, toma lá uma função que tenho gravada aqui num ficheiro.
void decode(int a)
{
*pixel=0;
*pixelr=0;
*pixelg=0;
*pixelb=0;
int i,n;
if(a==1)
{
for(i=0;i<areax;i++)
for(n=0;n<areay;n++)
*pixel+=(GetRValue(GetPixel(hdc2,i,n))+GetGValue(GetPixel(hdc2,i,n))+GetBValue(GetPixel(hdc2,i,n)));
if((*pixel/(i*n))>rgb)
sendkey();
}
if(a==2)
{
for(i=0;i<areax;i++)
for(n=0;n<areay;n++)
{
*pixelr+=GetRValue(GetPixel(hdc2,i,n));
*pixelg+=GetGValue(GetPixel(hdc2,i,n));
*pixelb+=GetBValue(GetPixel(hdc2,i,n));
}
if(((*pixelr/(i*n))>r) && ((*pixelg/(i*n))>g) && ((*pixelb/(i*n))>b))
sendkey();
}
}
Fiz isso aqui no meu computador, mas imagina que a tinha feito dentro de uma empresa e que a função, por mais trivial que seja, serviria os propósitos da empresa onde trabalhas. Estou a divulgá-la explicitamente a ti, isso torna-te-ia imputável por algum crime? Não controlas a informação que eu te dou mas, usá-la, é uma opção tua. Se Coughlan não tiver usado as informações, ou isso não puder ser provado, só pode partir-se do princípio que não usou, já que é presumivelmente inocente. Seria legítimo o teu patrão suspender-te porque eu me lembrei de te passar uma função em C++ que é propriedade da empresa onde trabalho? Penso que não. O facto de a teres em teu poder prova que a usaste? Não. Nem pode ser assumido que usaste, uma vez que a única coisa compatível com a presunção de inocência é partir do princípio que não a usaste para coisa alguma. Na ausência de provas, não se pode presumir que uma pessoa é culpada.
Claro que tudo isto tresanda a corrupção, mas é preciso esperar que seja provada antes de tomar acções que possam ser desadequadas ou injustas.
so vou salientar 2 pontos que acho importantes perceber.
a McLaren nao tem amadores na equipa (embora o gajo da informatica esteja la perto), logo não precisa de copiar nada. agora é obvio q basta uma leitura e analise atenta aos documentos de outro carros mais competitivo para solucionar problemas q tinha.
é exactamente o mesmo q faço qd ha algo q quero melhorar em codigo que esteja a fazer.
vou ao google, pesquiso e aplico o que vejo. nao tenho necessariamente de copiar, tanto que muitas vezes podia fazer pior.
o que interessa é q me auxiliei em algo exterior.
a dif é que os dados q consultei sao livres para consulta. no caso da McLaren, não sao.
isto para demonstrar q a treta do provar q usaram é atirar areia para os olhos.
q o Ron Dennis (e em parte a FIA) façam eu entendo, agora q tentem fazer aqui é perder tempo.
segundo, a informaçao é propriedade da empresa
tudo o que eu crio aqui é propriedade da empresa e não minha.
muitas vezes o produto criado é o conjunto de esforço de varios elementos de uma mesma equipa.
no final do dia cada um leva o seu bocado? nao faz sentido
o q um funcionario produz é da empresa pq ele produz PARA a empresa e nao para si, para q mais tarde possa andar a dar a concurrentes.
logo, se sai informaçao da empresa quem a retirou é culpado pq foi sem o concentimento da mesma, de igual modo que quem a recebe é culpado.
nas palavras do Ron Dennis, a McLaren sabia da existencia dos documentos na posse de um seu funcionario. logo nesse momento devia ter suspenso o seu funcionario.
So o fez bastantes meses mais tarde qd os problemas começaram a surgir.
isto so nao é suspeito como é uma prova da intencionalidade do uso da documentaçao.
o guiao q o Ron Dennis enviou é apenas e tão só um tentar sacudir a agua do capote e fazer-se passar por pessoa seria.[/quote]
Bem, independentemente da minha concordância ou não com a noção de propriedade que enunciaste, é precisamente essa noção que está presente nas leis que citei e que, penso eu, não permitem acusar Coughlan. A divulgação das informações pode ser crime, mas a mera recepção, não. Por exemplo, toma lá uma função que tenho gravada aqui num ficheiro.
void decode(int a)
{
*pixel=0;
*pixelr=0;
*pixelg=0;
*pixelb=0;
int i,n;
if(a==1)
{
for(i=0;i<areax;i++)
for(n=0;n<areay;n++)
*pixel+=(GetRValue(GetPixel(hdc2,i,n))+GetGValue(GetPixel(hdc2,i,n))+GetBValue(GetPixel(hdc2,i,n)));
if((*pixel/(i*n))>rgb)
sendkey();
}
if(a==2)
{
for(i=0;i<areax;i++)
for(n=0;n<areay;n++)
{
*pixelr+=GetRValue(GetPixel(hdc2,i,n));
*pixelg+=GetGValue(GetPixel(hdc2,i,n));
*pixelb+=GetBValue(GetPixel(hdc2,i,n));
}
if(((*pixelr/(i*n))>r) && ((*pixelg/(i*n))>g) && ((*pixelb/(i*n))>b))
sendkey();
}
}
Fiz isso aqui no meu computador, mas imagina que a tinha feito dentro de uma empresa e que a função, por mais trivial que seja, serviria os propósitos da empresa onde trabalhas. Estou a divulgá-la explicitamente a ti, isso torna-te-ia imputável por algum crime? Não controlas a informação que eu te dou mas, usá-la, é uma opção tua. Se Coughlan não tiver usado as informações, ou isso não puder ser provado, só pode partir-se do princípio que não usou, já que é presumivelmente inocente. Seria legítimo o teu patrão suspender-te porque eu me lembrei de te passar uma função em C++ que é propriedade da empresa onde trabalho? Penso que não. O facto de a teres em teu poder prova que a usaste? Não. Nem pode ser assumido que usaste, uma vez que a única coisa compatível com a presunção de inocência é partir do princípio que não a usaste para coisa alguma. Na ausência de provas, não se pode presumir que uma pessoa é culpada.
Claro que tudo isto tresanda a corrupção, mas é preciso esperar que seja provada antes de tomar acções que possam ser desadequadas ou injustas.
![[Image: celeritas_sig.png]](http://i182.photobucket.com/albums/x153/el_pombo/celeritas_sig.png)
