24-02-2007, 01:13 PM
(This post was last modified: 24-02-2007, 01:15 PM by Luis Branco.)
Ricardo, não quereres utilizar a regra ou que não concordas com ela é uma coisa, dizeres que é ridícula é outra bem diferente e que a organização não irá tolerar.
Os pilotos conheceram as regras com bastante antecedência, as mesma foram discutidas abertamente antes de serem colocadas como regras e mais, foram de encontro aos anseios que os pilotos manifestaram.
A forma como os pilotos entendem protestar ou se entendem protestar, só a eles lhes cabe e não é a organização que manda o piloto A ou B ir protestar contra C ou D, por causa de ter acontecido o facto X ou Y.
Mas já que criticas tão abertamente a regra no seu conceito, ajudo-te a reflectir sobre a mesma, com um caso hipotético mas possível de acontecer:
O piloto A, que vem em luta com o piloto B pela disputa de um lugar, tem à sua frente o piloto C. Agora não importa se C está classificado em corrida à frente de A e B ou se está prestes a ser dobrado.
O piloto A, em lugar de efectuar uma ultrapassagem limpa, não consegue evitar abalroar o piloto C, que se despita e se atravessa na pista.
O piloto B, tenta evitar o acidente com C, mas acaba por se envolver também, pois não consegue evitar o outro carro que está sem controlo devido ao toque de A.
O piloto A sai praticamente incólume da situação, mas B perde imenso tempo para A. C inclusivamente pode perder posição para a A e B (supondo que estava classificado à sua frente antes do acidente) ou, se estava para ser dobrado, pode também perder lugares ou tempo em pista( muitas vezes dificil de conquistar) para o piloto que seguia classificado na corrida um lugar atrás do seu.
Isto é um meramente um exemplo que mostra que de ridicula a regra não tem nada. Serve para os pilotos terem o devido cuidado na forma como concretizam ultrapassagens e dobragens.
Pois se A não aguardar por C, e deixar que este retome a sua posição relativa a A como antes do acidente, será penalizado como previsto (que recordo pode ir para lá de apenas a perda de 1 lugar na classificação final da corrida). A indicação que a organização dá com a regra é que os pilotos devem uisar de bom senso e as devidas precauções nas ultrapassagens, não entrando a matar para concretizarem a passagem em qualquer lugar, a qualquer momento e de qualquer forma.
A organização, através das regras, deu indicações sobre o tipo de comportamento que pretende ver adoptado pelos pilotos durante as corridas. No entanto, não dá, nem dará quaisquer indicações sobre o bom senso que deve caber aos próprios pilotos, quanto a fazerem eles próprio uma auto-análise aos incidentes em que possam estar envolvidos e se dos mesmo concluiem que seja caso para protestar ou não.
Sendo feito um protesto, a organização irá somente analisar, através da Comissão de Análise e Decisão (CAD), e pela aplicação do previsto nas regras, se a razão deve ser atribuída ao piloto X ou Y.
Assim termino esta dissertação sobre a validade da regra existente, da sua pertinencia e da função orientador que a mesma tem para os pilotos que participam nos campeonatos.
Os pilotos conheceram as regras com bastante antecedência, as mesma foram discutidas abertamente antes de serem colocadas como regras e mais, foram de encontro aos anseios que os pilotos manifestaram.
A forma como os pilotos entendem protestar ou se entendem protestar, só a eles lhes cabe e não é a organização que manda o piloto A ou B ir protestar contra C ou D, por causa de ter acontecido o facto X ou Y.
Mas já que criticas tão abertamente a regra no seu conceito, ajudo-te a reflectir sobre a mesma, com um caso hipotético mas possível de acontecer:
O piloto A, que vem em luta com o piloto B pela disputa de um lugar, tem à sua frente o piloto C. Agora não importa se C está classificado em corrida à frente de A e B ou se está prestes a ser dobrado.
O piloto A, em lugar de efectuar uma ultrapassagem limpa, não consegue evitar abalroar o piloto C, que se despita e se atravessa na pista.
O piloto B, tenta evitar o acidente com C, mas acaba por se envolver também, pois não consegue evitar o outro carro que está sem controlo devido ao toque de A.
O piloto A sai praticamente incólume da situação, mas B perde imenso tempo para A. C inclusivamente pode perder posição para a A e B (supondo que estava classificado à sua frente antes do acidente) ou, se estava para ser dobrado, pode também perder lugares ou tempo em pista( muitas vezes dificil de conquistar) para o piloto que seguia classificado na corrida um lugar atrás do seu.
Isto é um meramente um exemplo que mostra que de ridicula a regra não tem nada. Serve para os pilotos terem o devido cuidado na forma como concretizam ultrapassagens e dobragens.
Pois se A não aguardar por C, e deixar que este retome a sua posição relativa a A como antes do acidente, será penalizado como previsto (que recordo pode ir para lá de apenas a perda de 1 lugar na classificação final da corrida). A indicação que a organização dá com a regra é que os pilotos devem uisar de bom senso e as devidas precauções nas ultrapassagens, não entrando a matar para concretizarem a passagem em qualquer lugar, a qualquer momento e de qualquer forma.
A organização, através das regras, deu indicações sobre o tipo de comportamento que pretende ver adoptado pelos pilotos durante as corridas. No entanto, não dá, nem dará quaisquer indicações sobre o bom senso que deve caber aos próprios pilotos, quanto a fazerem eles próprio uma auto-análise aos incidentes em que possam estar envolvidos e se dos mesmo concluiem que seja caso para protestar ou não.
Sendo feito um protesto, a organização irá somente analisar, através da Comissão de Análise e Decisão (CAD), e pela aplicação do previsto nas regras, se a razão deve ser atribuída ao piloto X ou Y.
Assim termino esta dissertação sobre a validade da regra existente, da sua pertinencia e da função orientador que a mesma tem para os pilotos que participam nos campeonatos.

![[Image: WebLogo.gif]](http://luismvsbranco.com.sapo.pt/WebLogo.gif)