16-02-2007, 06:05 PM
Já que se vai falando de M3's, carros, taticas e blá,blá,blá......blá, blá,blá.......
Sobre a prova de Brno, só posso dizer que correu bastante melhor que o esperado. Desde o Special Event do DocMath, que eu sabia que os pneus iam ser uma dor de cabeça. Por isso, esforcei-me por, mais do que conseguir um setup rápido, conseguir um setup equilibrado e o mais económico, em pneus, possivel. O setup com que corri, não é o meu mais rápido para aqui........é, é uma solução de compromisso, que priveligiava a velocidade, de modo a ter algum ponto de vantagem em relação aos Porsche.
Em função do consumo e do desgaste previsivel, os cérebros da Vitamina (Jorge Mendes e Xico Teclas :biggrinbandit:) estabeleceram 3 cenários, tendo eu optado pelo que melhor se adaptava à minha posição na grelha. A partir daí foi gerir a situação, sabendo que ia ter o Félix à espera da primeira oportunidade para passar (o que aconteceu 2 voltas antes do meu pit), e utilizando a tática habitual de perder o menos tempo possível (é que os Porsche gastam bem menos combustivel e pneu).
É certo que a vitória só surgiu devido ao imprevisto com o Félix (só na primeira paragem nas box, ganhou 20 s, o que por certo implica meter menos combustivel e eventualmente não trocar alguns pneus) e, em pistas como esta, o cenário vai ser sempre o mesmo. Mas, o que tenho de fazer e os meus colegas na Vitamina também, é estar sempre em posição de aproveitar os deslizes.
Sobre os carros, a escolha do M3 foi feita, tendo por base a diversidade da grelha, tal como o ano passado foi feito com o Viper. Se se procurasse a performance pura, é certo que a escolha teria sido um Porsche ou um Ferrari mas, não queriamos ser mais um....
Desde o inicio que sabemos as condicionantes do M3. Capaz de excelentes qualificações mas problemático em corridas longas. Aprende-mos é a viver com elas e a tirar partido do que temos e do que vamos conseguindo. Faz-se é o trabalho de casa (por exemplo em Brno, testei dois estilos de condução diferentes com consumos bem distintos e desgastes diferentes). Nem nos passa pela cabeça mudar de carro sobre o pretexto dos resultados e, acreditem, que o M3 vai sofrer muito com as penalizações de peso.
O M3 foi o escolhido, é o que temos e vai até ao final do campeonato. Quando puder-mos, tentamos surpreender, quando não puder-mos, faz-se por minimizar os estragos.
Muito mais que os resultados, prezamos o gozo de andar com um carro diferente e o gozo da sua condução.
Sobre a prova de Brno, só posso dizer que correu bastante melhor que o esperado. Desde o Special Event do DocMath, que eu sabia que os pneus iam ser uma dor de cabeça. Por isso, esforcei-me por, mais do que conseguir um setup rápido, conseguir um setup equilibrado e o mais económico, em pneus, possivel. O setup com que corri, não é o meu mais rápido para aqui........é, é uma solução de compromisso, que priveligiava a velocidade, de modo a ter algum ponto de vantagem em relação aos Porsche.
Em função do consumo e do desgaste previsivel, os cérebros da Vitamina (Jorge Mendes e Xico Teclas :biggrinbandit:) estabeleceram 3 cenários, tendo eu optado pelo que melhor se adaptava à minha posição na grelha. A partir daí foi gerir a situação, sabendo que ia ter o Félix à espera da primeira oportunidade para passar (o que aconteceu 2 voltas antes do meu pit), e utilizando a tática habitual de perder o menos tempo possível (é que os Porsche gastam bem menos combustivel e pneu).
É certo que a vitória só surgiu devido ao imprevisto com o Félix (só na primeira paragem nas box, ganhou 20 s, o que por certo implica meter menos combustivel e eventualmente não trocar alguns pneus) e, em pistas como esta, o cenário vai ser sempre o mesmo. Mas, o que tenho de fazer e os meus colegas na Vitamina também, é estar sempre em posição de aproveitar os deslizes.
Sobre os carros, a escolha do M3 foi feita, tendo por base a diversidade da grelha, tal como o ano passado foi feito com o Viper. Se se procurasse a performance pura, é certo que a escolha teria sido um Porsche ou um Ferrari mas, não queriamos ser mais um....
Desde o inicio que sabemos as condicionantes do M3. Capaz de excelentes qualificações mas problemático em corridas longas. Aprende-mos é a viver com elas e a tirar partido do que temos e do que vamos conseguindo. Faz-se é o trabalho de casa (por exemplo em Brno, testei dois estilos de condução diferentes com consumos bem distintos e desgastes diferentes). Nem nos passa pela cabeça mudar de carro sobre o pretexto dos resultados e, acreditem, que o M3 vai sofrer muito com as penalizações de peso.
O M3 foi o escolhido, é o que temos e vai até ao final do campeonato. Quando puder-mos, tentamos surpreender, quando não puder-mos, faz-se por minimizar os estragos.
Muito mais que os resultados, prezamos o gozo de andar com um carro diferente e o gozo da sua condução.

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