30-05-2006, 11:57 AM
Rui, se não concordas com o que lá é dito (naquele trecho) então estamos de acordo, porque eu tb não concordo, até porque não corresponde á verdade. Como já disse, transcreveste tudo o que está na F1racingnet., logo presumi que fazias fé no que lá estava, até porque não tinhas mostrado o teu desacordo.
Bruno, a questão é muito simples.
A situação é criada pelos comissários ainda mais que pelo Schumacher.
Qualquer outro piloto e a questão tinha passado, como passou o empurrão do Monteiro ao Montagny. Como passou o facto do Fisechella só ter feito as ultrapassagens quando ficou com o Alonso atrás, que mostrou claramente que recebeu ordens da equipa para forçar mais o andamento e rapidamente ultrapassar os pilotos que seguiam á sua frente para não ser mais um a empatar o Alonso quando já tinha muitos para dobrar. E muito bem fez o Fisichella, que parecia estar a dormir até ao Alonso chegar e fez duas magníficas ultrapassagens.
No caso do Schumacher, houve um erro de um piloto, mas como o piloto foi 7vezes campeão do Mundo, não pode errar. Os comissários assumiram que por ser o Schumacher e por não ter danificado o carro, não se tratou de um erro mas sim de algo propositado. E se foi propositado é porque foi premeditado, porque se não foi premeditado então é porque houve erro e então depois houve um aproveitamento deliberado de um erro. É que das duas uma: ou o Schumacher pensou no assunto antes de chegar á curva, e preparou o erro, logo é premeditado, ou o erro acontece e o Schumacher imediatamente pensa em aproveitar o erro para estacionar o carro. Bom, é ridícula a decisão que foi tomada no Mónaco. Se foi premeditado, logo não existindo erro mas intenção, o Schumacher não está no seu perfeito juízo, porque só um piloto perturbado pensa em fazer uma coisa daquelas. Nesse caso terá que ser afastado da competição.
Se foi um erro de condução, então não faz sentido a penalização.
É contra a decisão tomada como foi que me insurjo, mas isto até já tinha dito uns posts mais atrás.
Bruno, a questão é muito simples.
A situação é criada pelos comissários ainda mais que pelo Schumacher.
Qualquer outro piloto e a questão tinha passado, como passou o empurrão do Monteiro ao Montagny. Como passou o facto do Fisechella só ter feito as ultrapassagens quando ficou com o Alonso atrás, que mostrou claramente que recebeu ordens da equipa para forçar mais o andamento e rapidamente ultrapassar os pilotos que seguiam á sua frente para não ser mais um a empatar o Alonso quando já tinha muitos para dobrar. E muito bem fez o Fisichella, que parecia estar a dormir até ao Alonso chegar e fez duas magníficas ultrapassagens.
No caso do Schumacher, houve um erro de um piloto, mas como o piloto foi 7vezes campeão do Mundo, não pode errar. Os comissários assumiram que por ser o Schumacher e por não ter danificado o carro, não se tratou de um erro mas sim de algo propositado. E se foi propositado é porque foi premeditado, porque se não foi premeditado então é porque houve erro e então depois houve um aproveitamento deliberado de um erro. É que das duas uma: ou o Schumacher pensou no assunto antes de chegar á curva, e preparou o erro, logo é premeditado, ou o erro acontece e o Schumacher imediatamente pensa em aproveitar o erro para estacionar o carro. Bom, é ridícula a decisão que foi tomada no Mónaco. Se foi premeditado, logo não existindo erro mas intenção, o Schumacher não está no seu perfeito juízo, porque só um piloto perturbado pensa em fazer uma coisa daquelas. Nesse caso terá que ser afastado da competição.
Se foi um erro de condução, então não faz sentido a penalização.
É contra a decisão tomada como foi que me insurjo, mas isto até já tinha dito uns posts mais atrás.

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