18-06-2013, 12:17 PM
(This post was last modified: 18-06-2013, 12:54 PM by Paulo_Leao.)
Penso que a questão aqui não é nem "chorar" nem "mamar".
Após a prova no circuito do Algarve houve uma pequena troca de ideias entre os pilotos que estavam no TS sobre o número crescente de incidentes durante as provas. Enquanto uns achavam que era essencial usar o protesto de incidentes (como forma de, a longo prazo, fazer com que os pilotos tenham mais cuidado e não prejudiquem nem a sua corrida nem a dos outros) outros achavam (eu
) que alguns pilotos iam ficar ressentidos com os protestos (tomando isso como um ataque pessoal ou uma 'vingança' pelo o que se passou durante a corrida).
Espero que os protestos tenham o efeito de consciencializar todos para a importância de minimizar os incidentes durante as provas de forma a que o sentimento geral seja de satisfação e não de frustração.
Nota para o Pedro Cunha:
Obrigado pelo pedido de desculpas mas não era necessário.
O 'nosso' incidente ocorreu na segunda corrida, 1ª volta, entre a 1ª curva e a 2ª.
Após a prova no circuito do Algarve houve uma pequena troca de ideias entre os pilotos que estavam no TS sobre o número crescente de incidentes durante as provas. Enquanto uns achavam que era essencial usar o protesto de incidentes (como forma de, a longo prazo, fazer com que os pilotos tenham mais cuidado e não prejudiquem nem a sua corrida nem a dos outros) outros achavam (eu
) que alguns pilotos iam ficar ressentidos com os protestos (tomando isso como um ataque pessoal ou uma 'vingança' pelo o que se passou durante a corrida).Espero que os protestos tenham o efeito de consciencializar todos para a importância de minimizar os incidentes durante as provas de forma a que o sentimento geral seja de satisfação e não de frustração.
Nota para o Pedro Cunha:
Obrigado pelo pedido de desculpas mas não era necessário.

O 'nosso' incidente ocorreu na segunda corrida, 1ª volta, entre a 1ª curva e a 2ª.
