28-05-2011, 07:40 PM
Declaração de Luiggi sobre a entrevista de Ricardo Ribeiro à Auto Sprint:
Quando questionado sobre as posições assumidas por Ricardo junto a Auto Sprint, Luiggi afirmou que “o Ricardo além de excelente piloto é dono de uma visão helicóptero características dos verdadeiros líderes. Um verdadeiro ’manager’. Portanto suas declarações são sempre muito bem fundamentadas e devem ser consideradas principalmente para quem está iniciando, como eu. É lógico que devemos filtrar, levando em consideração os aspectos intencionalmente colocados e que fazem parte das ações que ele toma com a visão global que tem para o seu campeonato.”
“Considero o Antonio Sousa dentro da categoria dos mestres. É muito participativo e sabe tudo o que está acontecendo nos bastidores. Sempre contribuí, com sua maneira irreverente de se comunicar, com intervenções que visem à segurança e beleza do espetáculo. ..mas, principalmente a sua, o que é característica das personalidades competitivas e que o fazem um vencedor...Ricardo versus Antonio. Isso é briga de cachorro grande para eu colocar o meu pinscher miniatura...(rsrs)...Mas com certeza isso apimenta o campeonato” complementou após perguntado sobre as opiniões de Ricardo sobre Antonio apresentadas na referida entrevista.
Questionado sobre as opiniões de Ricardo referindo-se a Barbosa, asseverou: “Ter o dom para fazer alguma coisa é fazê-la com muita facilidade e extrema leveza, onde outros suam a camisa e não chegam nem perto. Eu vejo o Barbosa como dono do dom de pilotar...Pode ser que o Ricardo, na sua forma pitoresca de falar, ao relaciona-lo com pilotagem por radio controle possa ter desejado dar a mesma ideia...”
Finalmente, ao ser perguntado pela referência ao se nome, Luggi argumentou: “Já que falamos em dom, vejo o Ricardo como uma pessoa positiva. Observe nesta mesma entrevista o que falou em relação ao Rodrigo. Ele tem o dom de colocar uma crítica no limiar do elogio...É obvio que com um GT nunca seria páreo para ele e, agora, puxando a sardinha para minha brasa, procuro ver como uma constatação de meu crescimento e esquecer a visão irônica de ser o pior piloto, o que realmente não deveria lhe amedrontar (rsrs)...Talvez seja uma manifestação inconsciente do Ricardo que, quando com carros da mesma categoria, viu seu quarto lugar na prova da França de F1 escapar-lhe entre os dedos (rsrs)...”
Como falou em F1 e o benefício do “apimentar” o campeonato, perguntou o repórter, o que diz a respeito do contato entre seu carro e o do Nuno? “Reitero as desculpas que pedi ao Nuno quando questionou a falta de mais cuidado. Sempre que ocorre o toque entre dois carros existe o erro de um piloto, ou do outro...ou de ambos. O acidente é uma coisa antinatural na corrida e deixa qualquer um com a emoção alterada. Eu também fiquei nervoso naquele momento...na minha concepção instantânea ele retornou para a pista na entrada da curva e buscou a linha de trajeto...como não esperava, e este foi meu erro, na defesa de um choque maior entrei sem controle total na curva. Mas, sinceramente, ainda não vi o replay, o que poderá alterar minha visão instantânea que mantenho.”
Quando questionado sobre as posições assumidas por Ricardo junto a Auto Sprint, Luiggi afirmou que “o Ricardo além de excelente piloto é dono de uma visão helicóptero características dos verdadeiros líderes. Um verdadeiro ’manager’. Portanto suas declarações são sempre muito bem fundamentadas e devem ser consideradas principalmente para quem está iniciando, como eu. É lógico que devemos filtrar, levando em consideração os aspectos intencionalmente colocados e que fazem parte das ações que ele toma com a visão global que tem para o seu campeonato.”
“Considero o Antonio Sousa dentro da categoria dos mestres. É muito participativo e sabe tudo o que está acontecendo nos bastidores. Sempre contribuí, com sua maneira irreverente de se comunicar, com intervenções que visem à segurança e beleza do espetáculo. ..mas, principalmente a sua, o que é característica das personalidades competitivas e que o fazem um vencedor...Ricardo versus Antonio. Isso é briga de cachorro grande para eu colocar o meu pinscher miniatura...(rsrs)...Mas com certeza isso apimenta o campeonato” complementou após perguntado sobre as opiniões de Ricardo sobre Antonio apresentadas na referida entrevista.
Questionado sobre as opiniões de Ricardo referindo-se a Barbosa, asseverou: “Ter o dom para fazer alguma coisa é fazê-la com muita facilidade e extrema leveza, onde outros suam a camisa e não chegam nem perto. Eu vejo o Barbosa como dono do dom de pilotar...Pode ser que o Ricardo, na sua forma pitoresca de falar, ao relaciona-lo com pilotagem por radio controle possa ter desejado dar a mesma ideia...”
Finalmente, ao ser perguntado pela referência ao se nome, Luggi argumentou: “Já que falamos em dom, vejo o Ricardo como uma pessoa positiva. Observe nesta mesma entrevista o que falou em relação ao Rodrigo. Ele tem o dom de colocar uma crítica no limiar do elogio...É obvio que com um GT nunca seria páreo para ele e, agora, puxando a sardinha para minha brasa, procuro ver como uma constatação de meu crescimento e esquecer a visão irônica de ser o pior piloto, o que realmente não deveria lhe amedrontar (rsrs)...Talvez seja uma manifestação inconsciente do Ricardo que, quando com carros da mesma categoria, viu seu quarto lugar na prova da França de F1 escapar-lhe entre os dedos (rsrs)...”
Como falou em F1 e o benefício do “apimentar” o campeonato, perguntou o repórter, o que diz a respeito do contato entre seu carro e o do Nuno? “Reitero as desculpas que pedi ao Nuno quando questionou a falta de mais cuidado. Sempre que ocorre o toque entre dois carros existe o erro de um piloto, ou do outro...ou de ambos. O acidente é uma coisa antinatural na corrida e deixa qualquer um com a emoção alterada. Eu também fiquei nervoso naquele momento...na minha concepção instantânea ele retornou para a pista na entrada da curva e buscou a linha de trajeto...como não esperava, e este foi meu erro, na defesa de um choque maior entrei sem controle total na curva. Mas, sinceramente, ainda não vi o replay, o que poderá alterar minha visão instantânea que mantenho.”
