17-11-2005, 07:22 PM
Marco,
(Dirijo-me ao Marco pois é o Administrador do Campeonato)
Li atentamente o post do João Vaz e, salvo melhor opinião, julgo que ele tem toda a razão em vários pontos. Assim, tomo a liberdade de fazer as seguintes sugestões :
Corridas de 90 minutos
Wear rate a 2x
Weather : Random
Ao contrário do que afirma o João Vaz, e quanto ao Qualify, e isto na minha opinião, deverá manter-se a actual anarquia. Isto é, o trafego existente potencia alguma incerteza quanto à Grelha de Partida, pois mesmo o mais rápido, poderá não efectuar o melhor tempo porque não encontrou a pista limpa. Eu, pessoalmente e antes de tentar uma volta rápida no Qualify, verifico sempre quem está em pista e quantos estão. Acho isto realista!
Neste momento e da forma como temos usado o GTR, mais me parece uma corrida de F1, em que tudo não passa de um somatório de Hot Laps. Se tivessemos todos o dom do João Vaz, julgo que entrariamos todos para a pista com o mínimo de combustível no carro, rolariamos que nem rockets, e tudo se decidiria em termos de estratégia nº de paragens, capacidade para rolar depressa com mais combustível logo menos paragens, etc. Porém, não é esta a realidade actual, pelo que teremos que introduzir factores que conduzam a uma prova mais realista uma vez que existe grande diferencial entre os vários pilotos. Se, em última análise, conseguirmos introduzir factores que potenciem a vitória de qualquer carro, acho que nos divertiremos muitissimo mais. De facto, apesar de não ser um bom exemplo, pois não sou nada rápido, quando entro para uma corrida, a minha estratégia baseia-se única e simplesmente na consistência. Isto é, já sei que a corrida vai ser ganha ou pelo João Vaz, ou pelo Valdeno ou até pelo Melo ou o Luís Branco são, por norma os mais rápidos. Só com azares deles é que outros poderão ganhar (foi o que aconteceu na prova em que ganhou o Saleen, e muito bem, diga-se de passagem). Isto é frustante, não só para os restantes, como mesmo para os próprios pelo menos a mim não me dá gozo nenhum ganhar sem luta. A titulo de exemplo, os pontos que consegui foram em provas em que os da frente tiveram problemas e eu, na minha caranguejola, consegui rolar durante 72 minutos praticamente sem qualquer incidente mesmo assim precisei dos azares dos outros. Há algum mérito nisto? Algum, talvez, mas não suficientemente encorajador.
Salvo erro, finalizada a prova do Estoril, atingiremos a metade do campeonato. Porque não introduzir já alterações para a segunda metade? Porque não utilizar a Corrida dos Campeões para testar já as alterações ? Porque não parar o campeonato, fazer uma ou duas corridas de teste, e afinar as coisas?
Assim, e citando o João Vaz entendo que devemos :
...1) - Potenciar a estratégia em vez da velocidade.
A piada do jogo em ter vários carros é ver um Lister ou um 575 a ganhar a um 550 só pq o carro é melhor em estratégia e a conservar combustivel... Por ex: Em Spa, uma corrida de 50% com 2x wear rate, um Lister ganha facilmente a um 550 que têm que parar 2 vezes enquanto que o Lister só precisa parar 1. Vitória clara para o Lister. Em spa e em muitas outras pistas. ( Enna, Anders, Barcelona, Imola....as pistas rápidas em que o carro anda mais tempo em altos regimes.)
Pessoal, este ponto é fulcral para as pessoas se divertirem. Acreditem que dá mesmo muito gozo planear uma estrategia de corrida e segui-la á risca e vencer a prova sem sequer ter o 5º melhor tempo na corrida. Já me aconteceu. Muito á frente. Muito realista. Nunca ouviram falar em pessoal que ganha nas boxes ou ganha em estrategia?
2) - O wear rate existe no jogo precisamente para simular o desgaste do combustivel e dos pneus para forçar os pilotos a usar estratégia e a não fazerem a corrida em modo arcade que é speedar o tempo todo. Voces sabem este ano que tempos faziam os FIA GT em Spa? a melhor volta andava na casa dos 2:13!!!! Quèm aqui dos GT não consegue fazer um simples 2:13? Em NGT faço 2:12...
Mentalizem-se que o jogo não é realista.
Corridas de 50% não são realistas.
2:10 em Spa, não é real.
Corridas em que os carros só precisam parar 1 vez, não é real...
Quanto à troca de carros que o João Vaz preconiza, embora perceba o objectivo da sua ideia, parece-me que retira aquela aura de realismo que todos pretendemos.
Por fim, e citando ainda o João Vaz, também penso que nos devemos preocupar já com a presente época e introduzir melhorias que a todos beneficiem.
De qualquer modo, este é o PRIMEIRO campeonato português de GTR pelo que, estamos todos em fase de aprendizagem. Assim, não há que desmoralizar! Temos é que estar todos abertos à iminência da mudança e ter a coragem de corrigir prontamente pontos menos bons. Com este espirito rapidamente estaremos no bom caminho. Assim, o Marco Rosas, com toda a sua louvável iniciativa colocou-nos na estrada, temos TODOS, agora, que contribuir para acertar com a direcção certa.
Um abraço,
Mário Esteves
(Dirijo-me ao Marco pois é o Administrador do Campeonato)
Li atentamente o post do João Vaz e, salvo melhor opinião, julgo que ele tem toda a razão em vários pontos. Assim, tomo a liberdade de fazer as seguintes sugestões :
Corridas de 90 minutos
Wear rate a 2x
Weather : Random
Ao contrário do que afirma o João Vaz, e quanto ao Qualify, e isto na minha opinião, deverá manter-se a actual anarquia. Isto é, o trafego existente potencia alguma incerteza quanto à Grelha de Partida, pois mesmo o mais rápido, poderá não efectuar o melhor tempo porque não encontrou a pista limpa. Eu, pessoalmente e antes de tentar uma volta rápida no Qualify, verifico sempre quem está em pista e quantos estão. Acho isto realista!
Neste momento e da forma como temos usado o GTR, mais me parece uma corrida de F1, em que tudo não passa de um somatório de Hot Laps. Se tivessemos todos o dom do João Vaz, julgo que entrariamos todos para a pista com o mínimo de combustível no carro, rolariamos que nem rockets, e tudo se decidiria em termos de estratégia nº de paragens, capacidade para rolar depressa com mais combustível logo menos paragens, etc. Porém, não é esta a realidade actual, pelo que teremos que introduzir factores que conduzam a uma prova mais realista uma vez que existe grande diferencial entre os vários pilotos. Se, em última análise, conseguirmos introduzir factores que potenciem a vitória de qualquer carro, acho que nos divertiremos muitissimo mais. De facto, apesar de não ser um bom exemplo, pois não sou nada rápido, quando entro para uma corrida, a minha estratégia baseia-se única e simplesmente na consistência. Isto é, já sei que a corrida vai ser ganha ou pelo João Vaz, ou pelo Valdeno ou até pelo Melo ou o Luís Branco são, por norma os mais rápidos. Só com azares deles é que outros poderão ganhar (foi o que aconteceu na prova em que ganhou o Saleen, e muito bem, diga-se de passagem). Isto é frustante, não só para os restantes, como mesmo para os próprios pelo menos a mim não me dá gozo nenhum ganhar sem luta. A titulo de exemplo, os pontos que consegui foram em provas em que os da frente tiveram problemas e eu, na minha caranguejola, consegui rolar durante 72 minutos praticamente sem qualquer incidente mesmo assim precisei dos azares dos outros. Há algum mérito nisto? Algum, talvez, mas não suficientemente encorajador.
Salvo erro, finalizada a prova do Estoril, atingiremos a metade do campeonato. Porque não introduzir já alterações para a segunda metade? Porque não utilizar a Corrida dos Campeões para testar já as alterações ? Porque não parar o campeonato, fazer uma ou duas corridas de teste, e afinar as coisas?
Assim, e citando o João Vaz entendo que devemos :
...1) - Potenciar a estratégia em vez da velocidade.
A piada do jogo em ter vários carros é ver um Lister ou um 575 a ganhar a um 550 só pq o carro é melhor em estratégia e a conservar combustivel... Por ex: Em Spa, uma corrida de 50% com 2x wear rate, um Lister ganha facilmente a um 550 que têm que parar 2 vezes enquanto que o Lister só precisa parar 1. Vitória clara para o Lister. Em spa e em muitas outras pistas. ( Enna, Anders, Barcelona, Imola....as pistas rápidas em que o carro anda mais tempo em altos regimes.)
Pessoal, este ponto é fulcral para as pessoas se divertirem. Acreditem que dá mesmo muito gozo planear uma estrategia de corrida e segui-la á risca e vencer a prova sem sequer ter o 5º melhor tempo na corrida. Já me aconteceu. Muito á frente. Muito realista. Nunca ouviram falar em pessoal que ganha nas boxes ou ganha em estrategia?
2) - O wear rate existe no jogo precisamente para simular o desgaste do combustivel e dos pneus para forçar os pilotos a usar estratégia e a não fazerem a corrida em modo arcade que é speedar o tempo todo. Voces sabem este ano que tempos faziam os FIA GT em Spa? a melhor volta andava na casa dos 2:13!!!! Quèm aqui dos GT não consegue fazer um simples 2:13? Em NGT faço 2:12...
Mentalizem-se que o jogo não é realista.
Corridas de 50% não são realistas.
2:10 em Spa, não é real.
Corridas em que os carros só precisam parar 1 vez, não é real...
Quanto à troca de carros que o João Vaz preconiza, embora perceba o objectivo da sua ideia, parece-me que retira aquela aura de realismo que todos pretendemos.
Por fim, e citando ainda o João Vaz, também penso que nos devemos preocupar já com a presente época e introduzir melhorias que a todos beneficiem.
De qualquer modo, este é o PRIMEIRO campeonato português de GTR pelo que, estamos todos em fase de aprendizagem. Assim, não há que desmoralizar! Temos é que estar todos abertos à iminência da mudança e ter a coragem de corrigir prontamente pontos menos bons. Com este espirito rapidamente estaremos no bom caminho. Assim, o Marco Rosas, com toda a sua louvável iniciativa colocou-nos na estrada, temos TODOS, agora, que contribuir para acertar com a direcção certa.
Um abraço,
Mário Esteves

