30-06-2008, 09:07 PM
ArrayEu diria que a grande diferença entre Portugal e Espanha foi mesmo a atidude colectiva, que em Portugal simplesmente não houve, aliada também à falta de jeito de alguns jogadores...[/quote]
exacto... e essa situação tem nome, de pessoa...:notrust:
há treinadores que pegam num grupo normal ou substandard de jogadores e constroem uma Equipa, maior que a soma dos mesmos e da sua categoria individual (e tambem coloca jogadores normais ou substandard a jogar no máximo do seu talento e mesmo a transcenderem-se). Ex: o Mourinho no Leiria (e antes disso no SLB...) e até no Porto: acrescentam, aumentam e catalizam, tornam especial o banal.
O Hidink, o Rehager, o Therin, o Carvalhal...
outros há que pegam num grupo de bons ou mesmo excepcionais jogadores e constroem um grupo normal ou substandard, igual ou menor que a soma dos mesmos e da sua categoria individual, nunca conseguindo que os mesmos se entreguem no máximo do seu talento, já nem falemos transcenderem-se... banalizam, diminuem e atrofiam o especial que esses jogadores poderiam fazer colectivamente se orientados de outra forma.
O Domenech, Donadoni, o Scolari...
A grande diferença entre a Espanha e Portugal é entre uma equipa bem orientada colectivamente (e os jogadores mesmo assim brilhando individualmente) e um grupo de atletas num relvado sem saber bem o que fazer e a tentar o rasgo individual que "resolvesse" (e a maioria sem brilhar por aí além...) Entre eles alguns jogadores com notória falta de jeito e que agradecem à santa estarem ali, ainda não perceberam bem a razão de tal...
Mas em 2004 disseram que o copo estava meio cheio, quando ele já estava meio vazio... o erro de avaliação foi aí, o resto veio por arrasto. Infelizmente.:sad:
Assina: BTB
exacto... e essa situação tem nome, de pessoa...:notrust:
há treinadores que pegam num grupo normal ou substandard de jogadores e constroem uma Equipa, maior que a soma dos mesmos e da sua categoria individual (e tambem coloca jogadores normais ou substandard a jogar no máximo do seu talento e mesmo a transcenderem-se). Ex: o Mourinho no Leiria (e antes disso no SLB...) e até no Porto: acrescentam, aumentam e catalizam, tornam especial o banal.
O Hidink, o Rehager, o Therin, o Carvalhal...
outros há que pegam num grupo de bons ou mesmo excepcionais jogadores e constroem um grupo normal ou substandard, igual ou menor que a soma dos mesmos e da sua categoria individual, nunca conseguindo que os mesmos se entreguem no máximo do seu talento, já nem falemos transcenderem-se... banalizam, diminuem e atrofiam o especial que esses jogadores poderiam fazer colectivamente se orientados de outra forma.
O Domenech, Donadoni, o Scolari...
A grande diferença entre a Espanha e Portugal é entre uma equipa bem orientada colectivamente (e os jogadores mesmo assim brilhando individualmente) e um grupo de atletas num relvado sem saber bem o que fazer e a tentar o rasgo individual que "resolvesse" (e a maioria sem brilhar por aí além...) Entre eles alguns jogadores com notória falta de jeito e que agradecem à santa estarem ali, ainda não perceberam bem a razão de tal...
Mas em 2004 disseram que o copo estava meio cheio, quando ele já estava meio vazio... o erro de avaliação foi aí, o resto veio por arrasto. Infelizmente.:sad:
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I know you believe you understand what you think I said, but I am not sure you realize that what you heard is not what I meant....
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