21-09-2005, 09:21 AM
Mgranada,Sep 21 2005, 02:05 AM Wrote:Oix Luis
O meu carro está dentro da pasta NXT_Lamborghini / NXT Racing 696.
Copias o conteudo dessa pasta (NXT Racing 696) para a directoria NXT_Lamborghini.
Penso que por lapso o Marco se esqueceu de o fazer. De qualquer maneira fica aqui uma correção que quem quiser pode fazer ao carpack.:fixe:
<div align="right">[snapback]11067[/snapback]</div>
Oi Pessoal,
Ontem em Monza tive a oportunidade the verificar o seguinte :
Os Carros da Virtual-Games aparecem vermelhos ao longe e, quando proximos transformam-se em pretos. É engraçado, mas pode causar alguns problemas, nomeadamente por eu não me aperceber que é um primeiro e pensar que é um retardatário como eu e fazer alguma oposição à ultrapassagem.Mas, o mais fantástico é o carro do Albuquerque, que ... é completamente invisivel. Ontem aproximou-se de mim e eu achei estranho ouvir o barulho do motor de um outro carro e não ver ninguém. Como estava com o "tab" activo, apenas e já depois de me ultrapassar é que vi a legenda "C. Albuquerque". Um verdadeiro ghost!!!.
Agora a sério, como se pode resolver isto?
Será problema meu ou acontece a mais alguém?
É que, inadvertidamente poderei empurrar o fantasma para fora da pista.
Também reparei no "excesso" de gentileza dos NGT para com os GT. Será que deverá ser sempre assim? É que, não obstante eu correr num GT, verifiquei que houve pessoas, nomeadamente o Marco Rosas que, num ou noutro sitio, prejudicou a sua a travagem e a sua trajectória ideal para me deixar passar (obrigado MARCO!!!). Claro que, em termos de velocidade de ponta um GT é muito mais rápido, mas trava muito mais cedo o que gera algumas "incertezas" em momentos de mais aperto. Julgo que, salvo melhor opinião, os GT tem sempre uma ou outra recta mais longa onde poderão ultrapassar em potencia, caso contrário deverá ser tratado com um adversário normal. Julgo que, na realidade, nenhum NGT abre ou altera (prejudica) a sua trajectoria para deixar passar um GT, salvo casos de dobragem em que aí sim, deveremos facilitar ao máximo.
Um abraço,
Mário Esteves

