16-01-2008, 02:02 AM
1 -Ainda este verão ofereci ao meu primo de 10 anos o GTA Vice City e nem pensei duas vezes, fixar uma idade mínima nos jogos é de uma hipocrisia total, basta ver o dia a dia televisivo para que as nossas crianças fiquem com más formações. Ainda á duas semanas em desenhos animados para crianças de 3 anos, aconteceu o seguinte que passo a relatar:
Cada personagem tinha um ser anão no ombro, e mantinham conversas entre eles, quando um desses seres do sexo masculino diz que está apaixonado por outro do sexo feminino, (até aqui tudo bem), a um certo momento ambos dão um beijo e o ser masculino diz: - Aiiii, a tua cara pica-me. Ao que responde o ser feminino: - Fiz uma operação para mudar de sexo, começo a ter barba como os rapazes, somos livres de decidir o nosso sexo e de quem gostamos. óbvio que o pai que presenciou aquilo desligou logo a tv. Isto aconteceu no Canal Panda.
Portanto a idade na capa dos jogos só serve para influenciar quem não tem o mínimo de consciência do que é a infância e a vida. Tiros, explosões, mortes, etc.. fazem parte da brincadeira de qualquer criança, nenhum filho meu vai ser proibido de jogar ou ver séries ditas violentas. Agora ver Bonecos a falar da homosexualidade e a trocarem de sexo é que nem pensar, mais vale verem o WWE que o goucha a apresentar o programa da tvi.
- Nunca vi nenhum miudo cometer um acto menos digno por causa de um jogo, os jogos para adultos são os mais desenvolvidos, e nos quais a criança tira maior prazer, ponham um qualquer miúdo a jogar o "nodi" e o "Carmagedon" e vejam por si só qual é o jogo em que ele vai estar sempre a rir.
- Jogos violentos geram maior receita, pois têm quase sempre uma maior genialidade em termos visuais . o que agrada a todos os "gamers" estou neste momento a olhar para os jogos cá de casa e tirando os simuladores de corridas, todos tem violência, aliás o jogo que foi para o lixo esta semana e nem foi aberto foi o que veio com a Bgammer e intitulava-se "Food Force" http://www.food-force.com/ e teríamos que andar a levar comida para os pobres, qual é a piada? isso cabe à realidade, na vida real é que devemos de ser pessoas decentes, no mundo dos videojogos, o que cativa todas as pessoas é a capacidade de fazer aquilo que na vida real não é possível.
Andar a transportar comida, ainda se fosse comandar tropas e detonar bombas nucleares.
Cada personagem tinha um ser anão no ombro, e mantinham conversas entre eles, quando um desses seres do sexo masculino diz que está apaixonado por outro do sexo feminino, (até aqui tudo bem), a um certo momento ambos dão um beijo e o ser masculino diz: - Aiiii, a tua cara pica-me. Ao que responde o ser feminino: - Fiz uma operação para mudar de sexo, começo a ter barba como os rapazes, somos livres de decidir o nosso sexo e de quem gostamos. óbvio que o pai que presenciou aquilo desligou logo a tv. Isto aconteceu no Canal Panda.
Portanto a idade na capa dos jogos só serve para influenciar quem não tem o mínimo de consciência do que é a infância e a vida. Tiros, explosões, mortes, etc.. fazem parte da brincadeira de qualquer criança, nenhum filho meu vai ser proibido de jogar ou ver séries ditas violentas. Agora ver Bonecos a falar da homosexualidade e a trocarem de sexo é que nem pensar, mais vale verem o WWE que o goucha a apresentar o programa da tvi.
- Nunca vi nenhum miudo cometer um acto menos digno por causa de um jogo, os jogos para adultos são os mais desenvolvidos, e nos quais a criança tira maior prazer, ponham um qualquer miúdo a jogar o "nodi" e o "Carmagedon" e vejam por si só qual é o jogo em que ele vai estar sempre a rir.
- Jogos violentos geram maior receita, pois têm quase sempre uma maior genialidade em termos visuais . o que agrada a todos os "gamers" estou neste momento a olhar para os jogos cá de casa e tirando os simuladores de corridas, todos tem violência, aliás o jogo que foi para o lixo esta semana e nem foi aberto foi o que veio com a Bgammer e intitulava-se "Food Force" http://www.food-force.com/ e teríamos que andar a levar comida para os pobres, qual é a piada? isso cabe à realidade, na vida real é que devemos de ser pessoas decentes, no mundo dos videojogos, o que cativa todas as pessoas é a capacidade de fazer aquilo que na vida real não é possível.
Andar a transportar comida, ainda se fosse comandar tropas e detonar bombas nucleares.
«Na melhor hipótese a representação parlamentar oferece o aspecto duma duplicação de forças, que ou se revelam hostis ou pelo menos inarmónicas, mesmo quando o partido que se arroga a representação das massas operárias exerce com exclusividade o poder».
