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Violencia nos videojogos - Berto Carvalho - 26-01-2008 ArrayJá agora, quando vêem um filme XXX com 2 gajas ao xoxo (para não dizer o resto:lol2:), também acham que aquilo é uma pouca vergonha,[/quote] Isso é arte:notrust::bigsmile: Violencia nos videojogos - Ricardo Rodrigues - 27-01-2008 Eu acho que isso é uma pouca vergonha à mesma. É igual para todos. Mas quando é para a câmara, claro que elas não são mesmo lésbicas (por dentro). Violencia nos videojogos - P.Louro - 27-01-2008 Não considero a homosexualidade uma doença, mas também não a considero uma opção de vida que algumas pessoas tomam ou deixam de tomar. É uma disfunção da realidade que resultou de uma carência\deficiência na educação e desenvolvimento de uma pessoa. Não me venham com tretas que se nasce paneleiro que eu não vou nessa. Agora é mais uma das modas, tal como andar por aí vestido e a falar como um preto (como já aqui foi dito, não que eu tenha algo contra eles) e afins modas estilo "morangos". Simplesmente os jovens cada vez têm cada vez menos discernimento para pensar pela própria cabeça o que devem ou não fazer e são levados como cordeirinhos pelas massas e "pressões" dos restantes. Estou em Lisboa há pouco mais de 1 ano e cada vez vejo mais betos ( e principalmente betas) ainda nos tempos de ciclo a fumarem que é uma coisa louca, só porque fica bem e são umas rebeldes e ficam bem vistas ... isto para não falar no álcool que se vai pelo mesmo caminho... Quanto aos paneleiros, respeito a diferença deles, desde que não se venham pavoniar na rua e que eles próprios assumam a diferença e não queiram adoptar crianças (ou afins direitos de casais normais) que isso sim é um escândalo e se depender de mim não vai acontecer. Violencia nos videojogos - Berto Carvalho - 27-01-2008 Vocês falam da homossexualidade como se fosse uma moda dos ultimos tempos... ela é uma realidade que sempre acompanhou a nossa história. Aliás nem percebo porque dão tanta importância, deixem-los viver as suas vidas, porque como alguem disse e bem, mais mulheres sobram para nós:bigsmile: Violencia nos videojogos - P.Louro - 27-01-2008 ArrayVocês falam da homossexualidade como se fosse uma moda dos ultimos tempos... ela é uma realidade que sempre acompanhou a nossa história. Aliás nem percebo porque dão tanta importância, deixem-los viver as suas vidas, porque como alguem disse e bem, mais mulheres sobram para nós:bigsmile:[/quote] Sempre acompanhou mas não com a intensificação dos últimos tempos... e quanto ao resto está de acordo com o meu último parágrafo :cheesy: Violencia nos videojogos - diospiro_verde - 27-01-2008 Ora, a realidade é o que é, não é uma coisa funcional ou disfuncional. Quando se trata dos seres humanos, a realidade é um processo construtivo e abstracto, é por isso que para uns faz sentido ser heterossexual, para outros ser homossexual, bissexual, transsexual, "assexuado", etc. Nenhuma das coisas é certa ou errada nem deve ser imposta. Não sei onde encontram todas essas pressões que supostamente pretendem condiconar as pessoas para a homossexualidade. Quanto muito, há pressões no sentido inverso a esse, a heterossexualidade é um dos estereótipos mais dominantes nas sociedades europeias. Não sei o que se pode entender por "pavonear na rua", têm direito exactamente às mesmas liberdades que os casais heterossexuais. Se lhes apetecer estar sentados num jardim a beijar-se, a mim não me incomodam, já que não é a mim que estão a beijar. Se quiserem andar de mãos dadas, sinceramente, até acho bonito e ainda bem que gostam um do outro. Se quiserem casar-se, acho muito boa ideia, já que, se sentem o mesmo que sentem os casais heterossexuais, é lógico que tenham direitos compatíveis com isso. Sobre a adopção, se uma pessoa, individualmente, a partir dos 30 anos pode candidatar-se a adoptar uma criança, o que interessa se essa pessoa é homossexual? E se for casado com outro homossexual, acham mesmo que a criança iria crescer homossexual? Nunca se verificou nenhuma relação entre uma coisa e outra. É legítimo negar um futuro melhor para uma criança com base nas orientações sexuais das pessoas que pretendem adoptá-la? Talvez seja melhor mantê-las na casa pia sob a égide de pessoas respeitáveis e competentes e longe desses depravados homossexuais. Jà o Berto, basicamente, é a favor que todos os homens sejam homossexuais para que as mulheres fiquem todas para ele. :D Violencia nos videojogos - Berto Carvalho - 27-01-2008 ArrayÉ legítimo negar um futuro melhor para uma criança com base nas orientações sexuais das pessoas que pretendem adoptá-la? Talvez seja melhor mantê-las na casa pia sob a égide de pessoas respeitáveis e competentes e longe desses depravados homossexuais.[/quote]QFT ArrayJà o Berto, basicamente, é a favor que todos os homens sejam homossexuais para que as mulheres fiquem todas para ele. :D[/quote]:12::12: por falar nisso vejam lá se adivinham que filme está a dar neste momento na RTP1? Ah pois é "Brokeback Mountain":laugh: Violencia nos videojogos - Ricardo Rodrigues - 27-01-2008 ArrayNão considero a homosexualidade uma doença, mas também não a considero uma opção de vida que algumas pessoas tomam ou deixam de tomar. É uma disfunção da realidade que resultou de uma carência\deficiência na educação e desenvolvimento de uma pessoa. Não me venham com tretas que se nasce paneleiro que eu não vou nessa. Agora é mais uma das modas, tal como andar por aí vestido e a falar como um preto (como já aqui foi dito, não que eu tenha algo contra eles) e afins modas estilo "morangos". Simplesmente os jovens cada vez têm cada vez menos discernimento para pensar pela própria cabeça o que devem ou não fazer e são levados como cordeirinhos pelas massas e "pressões" dos restantes. Estou em Lisboa há pouco mais de 1 ano e cada vez vejo mais betos ( e principalmente betas) ainda nos tempos de ciclo a fumarem que é uma coisa louca, só porque fica bem e são umas rebeldes e ficam bem vistas ... isto para não falar no álcool que se vai pelo mesmo caminho... Quanto aos paneleiros, respeito a diferença deles, desde que não se venham pavoniar na rua e que eles próprios assumam a diferença e não queiram adoptar crianças (ou afins direitos de casais normais) que isso sim é um escândalo e se depender de mim não vai acontecer.[/quote] Concordo com tudo, excepto no respeito à diferença deles. A homosexualidade é uma aberração, e pelo caminho que isto está a tomar vamos parar à extinção. Isso para mim não faz qualquer sentido, isso não é normal, de todo! Se fosse normal Deus tería criado Adão e Ivo em vez de Eva. Bem... mas lá que sobram mais míudas para nós, lá isso é de aproveitar.:cheesy: Mas f*****! Não consigo entender qual é a lógica dos gajos. O humanidade foi feita assim, homens a comer mulheres, não homens a comer homens nem mulheres a fazer o mesmo com mulheres (este último caso, só se for no porno:cheesy:), a maior parte da humanidade (felizmente) ainda é assim, porque raio é que eles hadem ser diferentes? Doença, como o P. Louro disse, não é, um puto não nasce já definido sexualmente, a sua orientação vai derivar muito da educação e do trato que tiver em casa. ArrayOra, a realidade é o que é, não é uma coisa funcional ou disfuncional. Quando se trata dos seres humanos, a realidade é um processo construtivo e abstracto, é por isso que para uns faz sentido ser heterossexual, para outros ser homossexual, bissexual, transsexual, "assexuado", etc. Nenhuma das coisas é certa ou errada nem deve ser imposta. Não sei onde encontram todas essas pressões que supostamente pretendem condiconar as pessoas para a homossexualidade. Quanto muito, há pressões no sentido inverso a esse, a heterossexualidade é um dos estereótipos mais dominantes nas sociedades europeias. Não sei o que se pode entender por "pavonear na rua", têm direito exactamente às mesmas liberdades que os casais heterossexuais. Se lhes apetecer estar sentados num jardim a beijar-se, a mim não me incomodam, já que não é a mim que estão a beijar. Se quiserem andar de mãos dadas, sinceramente, até acho bonito e ainda bem que gostam um do outro. Se quiserem casar-se, acho muito boa ideia, já que, se sentem o mesmo que sentem os casais heterossexuais, é lógico que tenham direitos compatíveis com isso. Sobre a adopção, se uma pessoa, individualmente, a partir dos 30 anos pode candidatar-se a adoptar uma criança, o que interessa se essa pessoa é homossexual? E se for casado com outro homossexual, acham mesmo que a criança iria crescer homossexual? Nunca se verificou nenhuma relação entre uma coisa e outra. É legítimo negar um futuro melhor para uma criança com base nas orientações sexuais das pessoas que pretendem adoptá-la? Talvez seja melhor mantê-las na casa pia sob a égide de pessoas respeitáveis e competentes e longe desses depravados homossexuais.[/quote] E achas que a criança vai mesmo ser feliz? Na escola perguntam-lhe "Como se chamam os teus pais?" e a criança responde "O meu pai é o Manel e a minha mãe é o António". Assim não dá! E dentro do ambiente "familiar", se é que isso se pode chamar, como é que o puto se iria sentir? Com os pais a comerem-se? Epá isto pura e simplesmente não é natural. É algo surreal, que desvirtua a condição natural e minimamente normal do ser humano. Mas dizer isto parece que é antiquado, estas modernisses e excessivas libertinagens à là Sec. XXI é que vão dominar o Mundo e passar a estar na ordem do dia, passar de excepção à regra.:notrust: Violencia nos videojogos - Gil A. - 27-01-2008 Desculpem-me lá, mas há aqui pessoas que precisam de voltar à escola e estudar História :suspicious::suspicious::suspicious: Sec XXI libertinagem? E o que dizer dos antigos Gregos ou Romanos? Ou voltar 250 anos ao tempo do Luís XXIV? O que é que homossexualidade tem a ver com isso? Às tantas, os macacos e os pinguins também são uns libertinos:lol: Embora não partilhe a 100% com o Francisco (peço desculpa, mas a mim ainda me faz confusão ver 2 gajos agarrados, mas aqui confesso que a "doença" estará do meu lado!), até porque em Portugal ainda temos uma sociedade muito "narrow-minded" (como se pode ver por aqui!). Não concordo com a adopção por casais homossexuais, pelo simples facto que a criança seria depois muito mal-tratada pelas outras crianças (e todos nós sabemos o quão crúeis são as crianças!), uma vez que a nossa sociedade ainda não está suficientemente desenvolvida. Já se fosse nórdico, provavelmente não diria isso :rolleyes:Agora quanto ao casamento civil (que não católico, porque isso é problema da Igreja, que me estou perfeitamente a cagar), é um escândalo que ainda não seja permitido (quando é que os juízes comunitários impõem que se altere a lei em toda a UE? :cheesy::cheesy:) Sabem o que me faz mais comichão? A corrupção. A criminalidade (seja branca, preta, cor-de-rosa às bolinhas azúis). A justiça (ou a falta dela). É claro que enquanto houver povo a discutir a homossexualidade (e a m$%$% do futebol), aqueles que "mandam" em nós podem fazer aquilo que quiserem à vontade :notrust::notrust::notrust: PS: Tenham consciência que tb me faz alguma confusão aquelas "bichas malucas" que gostam de se pavonear em público. Mas pelo menos tenho plena consciência que voto ao ostracismo os programas daquele traficante de diamantes, que aposto que fazia as delícias de algumas das pessoas que escrevem aqui! :biggrinbandit::biggrinbandit::biggrinbandit: Violencia nos videojogos - diospiro_verde - 27-01-2008 ArrayE achas que a criança vai mesmo ser feliz? Na escola perguntam-lhe "Como se chamam os teus pais?" e a criança responde "O meu pai é o Manel e a minha mãe é o António". Assim não dá! E dentro do ambiente "familiar", se é que isso se pode chamar, como é que o puto se iria sentir? Com os pais a comerem-se? Epá isto pura e simplesmente não é natural. É algo surreal, que desvirtua a condição natural e minimamente normal do ser humano. Mas dizer isto parece que é antiquado, estas modernisses e excessivas libertinagens à là Sec. XXI é que vão dominar o Mundo e passar a estar na ordem do dia, passar de excepção à regra.:notrust:[/quote] Bem, seguindo essa lógica de perpetuação de preconceitos com base na exclusão inevitável das diferenças, teriamos de impedir muitas pessoas de adoptar ou ter filhos. Imagina que uma criança é filho de de uma pessoa que varre as ruas . "O que é que é que o teu pai faz"? "É varredor de ruas". "AH AH AH AH". Será que essa criança vai ser mesmo feliz? Será que os varredores de ruas não devem poder ter filhos? Quando se derrubaram alguns (embora poucos) estereótipos machistas que impediam que as mulheres tivessem uma profissão diferente de professora ou enfermeira, devem ter acontecido (e acontecem ainda) conversas semelhantes. "O que é que a tua mãe faz"? "È condutora de camiões" "AH AH AH AH". As mudanças implicam sempre resistência e discriminação, mas são obstáculos que acabam por ser ultrapassados e assumem uma importância meramente residual. A criança iria sentir-se como qualquer outra criança em relação à sexualidade dos pais, o que não significa que venha a imitá-la. Aliás, os meus pais nem sequer têm sexualidade e, quem disser o contrário, arrisca-se a levar um olho negro para casa. :D Se uma criança for filha e viver com uma mãe ou pai solteiro será que vai sentir que é filha de uma "aberração"? O "natural" seria ter um pai e uma mãe. E se o pai ou mãe voltar a casar e morar também com um padrasto ou madrasta? Hoje em dia, é uma coisa normal, antigamente, era um escândalo. A sexualidade é uma coisa complexa que varia segundo factores que são, ainda hoje, difíceis de decifrar ou mesmo identificar e interpelar analíticamente. Não é tão simples quanto "a educação" ou, como já disseram e bem, uma "predisposição genética". Embora não se trate, igualmente, de uma escolha racional ou ponderada. O "natural", quando é usado para impôr um dado comportamento como a única coisa desejável e saudável, é uma falácia. Se usássemos as noções dominantes e desfasadas em relação à realidade sobre "natural" para analisar tudo o que fazemos, qualquer coisa seria anti-natural. A monogamia seria anti-natural, as famílias seriam anti-naturais, a sociedade seria anti-natural e os papeis que homens e mulheres ocupam seriam também anti-naturais. Até os nossos valores e princípios morais seriam anti-naturais, Ocorreu-me uma frase que se aplica a este caso. Quando Einstein, resistindo à teoria da mecânica quântica disse, "Deus não joga aos dados com o Universo", Neils Bohr respondeu "Páre de dizer a Deus o que ele deve fazer". Por acaso acho que era Einstein quem tinha razão, mas a frase de Bohr não deixou de ser boa e adequada para este tema. |